terça-feira, 31 de maio de 2011

Diagnóstica de Português

Plantas


domingo, 29 de maio de 2011

Aniversário do Blog

Enfim... 1 ano de Blog...
agora de cara nova!!!
E aí, o que acharam???
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Um ano atrás 29/05/2010 veio a idéia do Blog, pois vários "professores modelos" para mim tinham um blog que ajudavam muito no meu trabalho.
Então, no dia 29 de maio de 2010 dei início a esse meu "filhinho", o meu Blog "Cantinho da Prô Lú".

Estou muito feliz por ter  conhecido muitas pessoas através do blog, ter colaborado com bastante colegas, pelo número de visitantes e principalmente por ter dado a minha vida um papel tão importante pra mim... o de ensinar e o de APRENDER.

Muitas pessoas vem agradecer de ter colaborado com idéias, mas pois posso dizer que mais aprendi do que próprio ajudei.
Estou muito feliz por mais um trabalho estar sendo bem sucedido e dedico a todas as pessoas que me visitam e me prestigiam.
 
Essa semana, como sugestão de uma colega... venho aqui transpor a minha formação. 

Quando a colega sugeriu lembrei-me de um trabalho para a conclusão de um curso “Aprender numa concepção empirista, ensinar numa concepção construtivista, um grande desafio!” 

Vou postar em algumas etapas...aposto que além da  simples leitura, vocês vão analisar bem a própria prática e se auto avaliar, que é o essencial no dia-a-dia do professor.

Pra relembrar, segue a minha primeira postagem do blog...29 de maio de 2010.


As crianças precisam encontrar respostas satisfatórias para duas perguntas fundamentais:
“ o que a escrita representa?”
“ qual a estrutura do modo de representação da escrita?”

Enquanto não encontra as respostas, vejamos o que elas pensam:



HIPÓTESE PRÉ - SILÁBICA

• não faz diferenciação clara entre o sistema de representação do desenho e o da escrita
• não compreende que a escrita representa a fala, o som das palavras, e não o objeto a que o nome se refere.
• ao começar se dar conta das características formais da escrita, a criança constrói duas hipóteses que vão acompanhá-la por algum tempo durante o processo de alfabetização:
- de que é preciso um número mínimo de letras – entre 2 e 4 para que esteja escrito alguma coisa
- de que é preciso um mínimo de variedades de caracteres para que uma série de letras “ sirva para ler”
• geralmente lê globalmente a sua escrita


HIPÓTESE SILÁBICA

• o que caracteriza a hipótese silábica é a crença de que cada letra representa uma sílaba – a menor unidade sonora
• há alguns tipos de escrita:
- silábica estrita: usa uma letra para cada emissão sonora e pode ou não demonstrar conhecimento sobre o valor sonoro convencional das letras
- escrita silábica que entra em conflito com a hipótese da quantidade mínima de caracteres: para que um conjunto de letras possa ser considerado uma palavra; o que varia de uma palavra para outra é o número de letras tido como mínimo, em geral entre duas e quatro porque com uma única letra “ não serve para ler”
• a hipótese silábica é, ao mesmo tempo, um grande avanço conceitual e uma enorme fonte de conflito cognitivo:
- a contradição entre o controle silábico e a quantidade mínima de letras que uma palavra deve possuir para ser interpretada
- e a contradição entre a interpretação silábica e as escritas produzidas pelos adultos
- alguns conflitos começam a surgir quando as letras podem adquirir valores sonoros (silábicos) relativamente estáveis, o que leva a uma correspondência com o eixo qualitativo: as partes sonoras semelhantes entre as palavras começam a se exprimir por letras semelhantes.


“ESCRITA” SILÁBICO – ALFABÉTICA
• é o momento de transição entre a escrita silábica e a alfabética
• estabelece relação entre a pauta sonora e a escrita, mas ainda oscila entre a correspondência sílaba – letra e fonema – letra
• ora representa a sílaba completa no escrito, ora não.

HIPÓTESE ALFABÉTICA
• estabelece relação entre a pauta sonora e a escrita, e já compreendeu a natureza desta relação
• já descobriu que as letras representam os fonemas e não as sílabas
• descobriu a sílaba no escrito


Síntese de Telma Weisz

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Bullying em sala de aula

Estou desenvolvendo esse trabalho na minha turminha de 2° ano.
Os cartazes foram confeccionados....eles pintaram as imagens e depois escrevemos no cartaz.
Não devemos ...
Descrevia as imagens....bater...humilhar...excluir...etc.
Depois posto uma foto do cartaz.

Os vídeos foram baixados no Youtube.
As leituras realizadas são da coleção Ciranda das Diferenças

















quarta-feira, 25 de maio de 2011

Cara Nova

Olá pessoal

Em alguns dias estaremos de

Estamos trabalhando bastante para isso
Mas não se assustem....o novo as vezes é melhor
E espero que com 1 aninho poderemos ser mais próximos, mais companheiros.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Depoimento da prof Amanda Gurgel

Olá colegas...
Venho com esse vídeo para mostrar um exemplo de professora que luta pelos seus ideais.
Tiro meu chapéu a ela.

segunda-feira, 16 de maio de 2011



Nosso niver está chegando!!!
uem me oferece um selinho???

Ainda não sei fazer, rsrsrsrs



Atividades de Alfabetização


As orientações abaixo são da formadora Rosa Maria Antunes de Barros que eu tive o prazer de aprender quase tudo que eu sei hoje.
Venho compartilhá-las com vocês, mas façam bom uso e de maneira adequada.

SITUAÇÕES DE LEITURA PARA ALUNOS NÃO ALFABETIZADOS

Essas atividades têm como objetivo favorecer a reflexão sobre o sistema alfabético de escrita por meio da leitura de textos,  onde o desafio é:
  • Tentar ler sem saber ler;
  • Utilizar as estratégias de leitura
  • Fazer uso do conhecimento sobre o valor sonoro.


As atividades não podem e nem devem ser utilizadas isoladamente, pois só terão sentido para o grupo que participou dos encontros e que sabem que não é a atividade que leva a aprendizagem, mas a intervenção do professor, que depende diretamente do conhecimento teórico que possui. Outras propostas foram sugestões dadas por mim.
  • Vale lembrar que ao desenvolver estas atividades é fundamental: Ajustar o nível de desafio às possibilidades cognitivas dos alunos, para que realmente tenham bons problemas a resolver;
  •  Organizar agrupamentos produtivos, em função do conhecimento sobre o que os alunos sabem e do conteúdo da tarefa que devem realizar.
  • Garantir a máxima circulação de informação, promovendo a socialização das respostas e dos procedimentos utilizados pelos alunos.